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Aerossois de queimadas e doencas respiratorias em criancas, Manaus, Brasil

Title :
Aerossois de queimadas e doencas respiratorias em criancas, Manaus, Brasil
Authors :
Valdir Soares de Andrade Filho
Paulo Artaxo
Sandra Hacon
Cleber Nascimento do Carmo
Glauber Cirino
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Subject Terms :
Poluicao do Ar, efeitos adversos
Crianca
Doencas Respiratorias, epidemiologia
RA1-1270
Public aspects of medicine
Material Particulado
Incendios Florestais
Ecossistema Amazonico
Source :
Revista de Saúde Pública v.47 n.2 2013
Universidade de São Paulo
Revista de Saúde Pública, Vol 47, Iss 2, Pp 239-247 (2013)
Publisher :
Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, 2013.
Publication Year :
2013
File Description :
text/html
Language :
Portuguese
ISSN :
0034-8910
DOI :
10.1590/S0034-8910.2013047004011
Accession Number :
edsair.dedup.wf.001..29d9a538b13c70ed570861464c8b67a7
OBJETIVO: Analisar a relação entre a exposição ao material particulado fino emitido em queimadas e as internações hospitalares por doenças respiratórias em crianças. MÉTODOS: Estudo descritivo com delineamento ecológico de séries temporais realizado em Manaus de 2002 a 2009. Os dados de internações hospitalares foram obtidos a partir do banco de dados do Sistema Único de Saúde. Os níveis de PM2.5 foram estimados por sensoriamento remoto a partir da espessura ótica de aerossóis no comprimento de onda de 550 nm. Foram utilizadas a correlação de Pearson e a regressão linear múltipla entre as variáveis com intervalo de 95% de confiança. RESULTADOS: A região de Manaus apresentou baixas concentrações de PM2.5, quando comparada com a porção sul da região Amazônica. Os meses de agosto a novembro (período seco) apresentaram os maiores níveis médios de PM2.5 (de 18 a 23 µg/m³) e os maiores números de focos de queimadas detectados. A média do PM2.5 para a estação chuvosa foi de 12 µg/m³, 66% menor que a média da estação seca, 20,6 µg/m³. As maiores taxas de internações ocorreram durante a estação chuvosa, e o mês de abril teve a maior taxa, com 2,51/1.000 crianças. Foi observada associação positiva significativa entre as internações e a umidade relativa (R = 0,126; p = 0,005), enquanto a associação entre internações com PM2.5 mostrou-se negativa e estatisticamente significativa (R = - 0,168; p = 0,003). O R² do modelo final (Internações = 2,19*Umidade - 1,60*PM2.5 - 0,23*Precipitação) explicou em 84% as internações por doenças respiratórias em crianças, considerando as variáveis independentes estatisticamente significativas (umidade, PM2.5, e precipitação). CONCLUSÕES: As internações hospitalares de crianças por doenças respiratórias em Manaus podem estar mais associadas às condições meteorológicas, principalmente a umidade, do que à exposição dos aerossóis emitidos em focos de queimadas da região.

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